Olá, Bem Vindo(a)!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

LUUA WONDERFUL

Luua Wonderful

Dentre cores, poses e amores
Te vejo passar num filme
Que por tantas vezes
Insiste em te revelar
Para nunca mais parar.

Uma beleza diversa
Um tanto inacreditável
Me aflora os sentidos
Me faz contemplar
Meio que estático.

Um orgulho bom
Toma conta de mim
Sou feliz em mostrar
Alguém tão linda assim
Que enche meu coração
De terna emoção.

Nas exuberantes imagens
Fixo em cada detalhe seu
Sorrisos, tristezas, gestos
Teatral ou real
Mas é ali que está você
Marcante, estonteante.

Dou-me por satisfeito
Também privilegiado
Por ter perpetuado
Um carinho singelo
Porque quando eu quiser
Posso rever o que há de mais belo.

Alcebíades Júnior – 09/01/2019

sábado, 5 de janeiro de 2019

O SIGNIFICADO DO NATAL

O SIGNIFICADO DO NATAL

Natal é Oração. É bem mais do que presentes, bebidas e comidas. É, no mínimo, ocupar ao menos um minuto de seu tempo, dado aos preparativos Natalinos, à Oração. Quase ninguém Ora; só pensam no que vão presentear, no que vão comer, no que vão beber. Natal é festa em Família; nada de viajar para outros lugares senão ao encontro dela. Natal é Renovação, Nascimento e Ressurreição. Natal é morrer para o homem velho e ressurgir para o homem novo em Espírito e em Verdade, em Cristo Jesus. É a Esperança da Vida Eterna: uma ponte para esta Vida sobre a morte.
É incrível como o Natal de hoje é Tão Banalizado. Fico pasmo diante desta Cegueira Absurda mundo afora. O espírito Natalino é tão bom... Muito antigamente sentia-se intenso o clima de Natal no ar; era algo ímpar do mês de dezembro, apesar de que deveria ser válido ao ano todo, porém, de qualquer forma, a magia se instalava. Agora essa Graça quase se perdera e tenho saudades da Tradição do Presépio com os “sapatinhos” em sua base, à espera ansiosa das dádivas que hão de pousá-los; das expectativas infantis pelo amanhecer após a véspera, sobretudo, das mãos dadas numa singela Oração ao Salvador.
Natal é o protagonista da Paz Tão Desejada, a Paz do Senhor, que pode ser encontrada dentro de cada um de nós, mesmo em meio ao Caos, ao Tormento, à Turbulência externa, pois internamente onde Deus impera, tudo é Bonança e Calmaria: basta que O aceitemos como Senhor de nossas atitudes e pensamentos, de nosso destino. Natal é Reflexão e União, isto é: como anda a Família? Qual o contexto hoje do mundo em que vivemos? Para aonde caminha a humanidade? O que está por vir? Uma verdade: o Caos se instalou entre nós; há uma luta ferrenha invisível, espiritual, entre Anjos e demônios; algo inimaginável e lamentável, pois a Batalha não é contra os homens e sim contra o fogo do inferno.
Natal é Perdão, Reconciliação com Deus e entre nós mesmos. Enquanto terrestres, nunca é tarde para Perdoar, quesito este para se alcançar o Reino do Céu, segundo Cristo: “não somente sete vezes, mas setenta vezes sete” (Mt 18, 22); “se não perdoardes teu irmão, vosso Pai que está no Céu tampouco vos perdoará” (Mt 6, 15). Portanto, vivamos o Natal conscientes da sua Importância e Seriedade. Festejemos sim, sobretudo, Oremos por um minuto sequer em Honra ao Soberano Aniversariante, visto que Ele é a razão da festa.
Alcebíades Júnior – 05/12/2018

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

SEPULCROS CAIADOS (MT 23, 27)

SEPULCROS CAIADOS (MT 23, 27)
Falsidade
Lobo Vestido de Cordeiro
Vê Cara, Não Vê Coração
Falso Profeta
Disfarçado em Anjo de Luz
Mentiroso
Belo por Fora, Feio por Dentro
Sem Conteúdo, Só Casca
Julga o Livro pela Capa
Vive Só de Aparências
Ditadura da Beleza
Inversão de Valores
Materialismo
Narcisismo
Glamour
Hipocrisia 
Qual destes sepulcros melhor lhe assemelha? Se nenhum, menos mal, visto que o mundo encontra-se Repleto deles: esculturais, pomposos, ocos, vazios. Vivos por fora, mortos por dentro; belos mortais, graça fatal, prestarão contas no Juízo Final, do seu interior que nada fez contra o mal: mal do próximo, mal da terra, mal da vida afinal. 
Matéria exaltada, ostentada; gratidão, partilha, solidariedade, quase nada. Rico, formoso Planeta, e até quando? Humanidade fútil e inconsequente, sempre assim, até que nisto Cristo ponha um fim. 
Alcebíades Júnior – 02/10/2018

TOCAMOS A FLAUTA E NÃO DANÇAIS, CANTAMOS UMA LAMENTAÇÃO E NÃO CHORAIS (MT 11, 17)


TOCAMOS A FLAUTA E NÃO DANÇAIS, CANTAMOS UMA LAMENTAÇÃO E NÃO CHORAIS (MT 11, 17) 
Deus se faz ver e ouvir de todas as formas. Planta-se a semente mesmo em terra árida na tentativa de adubá-la, cultivá-la, torná-la fértil e produtiva. Mostra os sinais, os prodígios, o que há por vir, o que é o certo ou o errado, o profano ou o Sagrado. 
O mundo indiferente, surdo, cego e mudo ao óbvio das promessas da Sagrada Escritura, às Verdades do Espírito Santo, à idoneidade da Igreja. É, a humanidade está sempre no caos: primeira e segunda guerra mundiais, a bomba sobre Hiroshima e Nagasaki, o atentado de onze de setembro; ora, nunca foi diferente desde os primórdios da era do Gênesis, quando Caim tentou contra Abel. 
Que novidade é o caótico mundano? Quando é que a raça humana dançou conforme a música? Jamais houve tempo de Paz na realidade, a Esperança com a mesma espera de sempre, irredutível, valente, imutável; ainda bem, mas será deveras assim até o final dos tempos? Logo, a esperança só poderia ser certamente Divina, duradoura. 
Tudo se passa despercebido tal qual correria do dia a dia, o belo invisível dá lugar ao supérfluo encardido; o simples, ordenado e natural não é mais do que o manipulado, extravagante e superficial; então, a música nunca mais tocou, pois não há quem a cantasse, quem a animasse. 
Alcebíades Júnior – 26/09/2018

UMA FLOR NO DESERTO


UMA FLOR NO DESERTO

Dentre tantas amarguras que a vida nos traz
Podemos nos dar o direito de deleitar àquelas singelas palavras
Que tanto nos confortam, consolam, aliviam,
E nos fazem esquecer, nem que seja por um só momento,
Das dores que insistem em roubar a alegria de viver.

Há uma rosa entre os espinhos
Há um paraíso no meio do deserto
Afinal, nem tudo nessa vida faz-se árido
E nas pedras do caminho
Eis que nasce uma flor.

E dessa flor, a alma apaixona-se,
Enaltece, leva ao ápice do seu Espírito,
E por não mais caber dentro de si
Transborda espalhando Amor
E suspiro aos corações.

Recordações, saudades, fantasias...
Seja lá o nome que queira dar
É um bálsamo às feridas do nosso ser
E assim seguimos num enlace
De versos e prosas, com a palavra, Poesia.

Alcebíades Júnior – 07/08/2018

sábado, 23 de dezembro de 2017

NASCIMENTO À RESSURREIÇÃO EM CRISTO JESUS



NASCIMENTO À RESSURREIÇÃO EM CRISTO JESUS

E Deus disse: Faça-se a Luz; e a Luz foi feita, e nunca mais se apagou. Entra ano, sai ano, essa mesma Luz da Criação renova-se ao esplendor da claridade em prol vital de Sua Obra Prima, Imagem e Semelhança.
No princípio, a Luz de Deus Pai Criador; meio, a Luz de Deus Filho Salvador; fim, a Luz de Deus Espírito Santo Santificador; depois, a Vida Eterna. Eis aí o sentido do Natal: do princípio ao fim, uma Linda História de Amor entre Deus e os homens.
Cada Natal, memória e renovação da Saga Divina, repleta de Fiéis Promessas e Vitoriosa Esperança, imutáveis, inabaláveis, infalíveis, Daquele que É num instante que nunca passa. Cada Natal, símbolo da Onipotência Majestade, sinalizando para a morte uma ponte para a vida.
Natal é Família, união, partilha; é nascer de novo, em Espírito e em Verdade: eis que morre o homem velho e ressurge o homem novo, aquele que vive da Espiritualidade e busca as coisas do Alto; é Oração. Natal, um divisor de tempos, onde o Novo é expectativa positiva por demais esperançosa, sobre o Velho que se foi para Jamais voltar.
Vivemos, vencemos, celebramos, agradecemos, por fim até decepcionamo-nos; todavia passou, encerrou. Agora, à espera de um glorioso amanhecer ao alívio das dores, e que seja gentil e generoso o ano que está por vir. A nossa casa, a nossa família é onde tudo começa, logo, espalha-se aos demais, suscitando assim a Honrosa Caridade num clima Natalino solidário e envolvente.
A Paz tão sonhada em tempos progressivamente Trágicos existe, pois está subentendida à Promessa Redentora do Natal. Portanto, após tamanha provação virá a Bonança, cumprindo-se em definitivo a Garantia de vitória dos Benditos de Seu Pai. Natal, Nascimento à Ressurreição em Cristo Jesus. 19/12/2017.

RENASCER PARA O AMOR



“RENASCER PARA O AMOR”

Amor... Qualidade de sentimento Maior por seu Legítimo e Idôneo significado à essência do Altíssimo denominado Deus. Não ao acaso, pois o verdadeiro Amor não se faz assim “de repente”, não... Ele emana de seu Criador, ele é Transcendente e Propositalmente exalado. Tudo passa; só o Amor permanece.

Nessa sublime permanência, o Senhor convida-nos, sem cessar, a Renascer em Espírito e em Verdade, por Ele, pelo Amor que Lhe identifica, a fim de que sejamos Renovados e Benditos à Vida Eterna, ao banquete de Glória no final dos tempos. Renascer em nome do Amor, tal é o desígnio da Santíssima Trindade em prol do Bem Divino Supremo por toda a eternidade.

O Amor está em vista da Obra Prima, para que se mesclassem e encontrassem os braços do Pai num constante ato de Renovação à Perfeição: “Sedes perfeitos, assim como vosso Pai é Perfeito”, pois Deus é Amor, isto é, a própria Perfeição. O mundo desconhece do Amor e encontra-se muito longe deste Aperfeiçoamento; tudo porque não se olha para Deus e só o que se vê são vazios encantamentos.
19/12/2017.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

MINHA MELHOR LEMBRANÇA...



MINHA MELHOR LEMBRANÇA...

Tenho meditado sobre este rosto sério e apreensivo, talvez numa expectativa de um futuro incerto, vacilante, e por incrível que pareça é a minha figura predileta. Um retrato pelo qual carrega em si o início de uma grande, admirável e inusitada história de um garoto que, desde aos seus tenros quinze anos, já pensava na vida, tal qual se espelha este semblante estampado e assustado.

Era uma vida em preto e branco. Inocente, e ao mesmo tempo, destinado às intempéries das cores... Se soubesse efetivamente que o “colorido” da vida não lhe traria lá dias melhores sobre o “cinza” da satisfação, por certo quereria manter-se nesta fisionomia, ao menos era feliz.

Fui privilegiado por nascer nos anos 60, e ter vivido felizmente nos anos 70 e 80... Os melhores anos da minha vida. Vai ver é isso que denota esse rosto de menino “interrogatório”: Ué... Cadê? Verdade... Cadê aqueles anos da brilhantina, dos confetes, do Bee Gees... Da propaganda de Hollywood... Foi-se tudo. Ora, voltemos então para aquele menino e façamos tudo de novo, como num flash back; que se torne tudo cinza novamente.

Pudera... Todavia, não se encontra ainda disponível nas lojas a máquina do tempo, coisa que o padrasto colorido não conseguiu inventar. Muito menos, creio eu, de reinventar os áureos anos 70 e 80, pois o que temos hoje é “faz de conta” do que já foi realmente propriamente dito. Por isso, aquele semblante é o meu “indicador de saudade”, que mede o quanto fui feliz e não sabia... Me olha e diz: Sorria, você está sendo filmado.
14/10/2017.

MARIA - MÃE DA CASTIDADE...



MARIA – MÃE DA CASTIDADE...

“Ave Maria, Cheia de Graça, o Senhor é Convosco, Bendita Sois Vós Entre as Mulheres, Bendito é o Fruto do Vosso Ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, Rogai por Nós, Pecadores, Agora e na Hora da Nossa Morte, Amém! Ó Maria Concebida Sem Pecado, Rogai por Nós que Recorremos a Vós!”

Ó Mãe, querida Mãezinha, que me ensina a castidade, venho através desta render-lhe Graças, por mortificar a minha carne e fortificar o meu espírito; por não permitir que o inimigo torne a me assaltar de madrugada, e que eu não me fraqueje. Encontrei na Senhora forças para dignificar o meu corpo e exaltar a minha alma; encontrei em seu doce olhar o alento de que eu necessitava para combater o pecado.

Queime a minha carne, minha doce Mãezinha; destrua qualquer pensamento mau que o inimigo intente brotar na minha memória, especialmente quando rezo antes de dormir, ou quando por um acaso penso na Senhora a qualquer hora. Não quero ter pensamentos ruins, muito menos cair em tentação... Não desta vez, melhor nunca mais.

“Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, Vida, Doçura, Esperança Nossa Salve! A Vós Bradamos, os Degredados Filhos de Eva; a Vós Suspiramos, Chorando e Gemendo Neste Vale de Lágrimas. Eia, pois, Advogada Nossa, Estes Vossos Olhos Misericordiosos a Nós Volvei; e Depois Deste Desterro, Mostrai-nos Jesus, Bendito Fruto do Vosso Ventre, Ó Clemente, Ó Piedosa, Ó Doce Sempre Virgem Maria. Rogai por Nós, Santa Mãe de Deus, para que Sejamos Dignos das Promessas de Cristo, Amém!”

A Senhora é o meu Refúgio e a minha Fortaleza, e o Seu Perfume exala em todo o meu ser. Agarro-me a Sua Imagem com todas as minhas forças, e não quero mais largar; fixo-me em Seus Olhos Ternos e Afetuosos, e não quero mais parar de olhar; sinto-me acolhido, protegido por Seu Poderoso Dom Maternal. É a Rainha do meu coração, Dona do meu mais puro pensamento, e eu um filho obediente num longo e árduo processo de santificação. Cura-me, Senhora!

“Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre”. (Lc 1, 46-55).

“Mãezinha do Céu, eu não sei rezar; eu sei só dizer que quero te amar. Azul é o teu Manto, branco é o teu Véu; Mãezinha eu quero te ver lá no Céu. Mãezinha eu quero te ver lá no Céu”.

“Ave Maria, Mãe de Jesus, o tempo passa, não volta mais. Tenho saudades daquele tempo que eu te chamava de minha Mãe. Ave Maria, Mãe de Jesus. Ave Maria, Mãe de Jesus”.

A gente diz tanto de Deus e de Cristo, que acaba se esquecendo Daquela Colaboradora Maior do plano de salvação da humanidade, criado pelo Altíssimo. Maria... “Deus reuniu todas as águas e chamou-as Mar; reuniu todas as Graças e chamou-as Maria”... (São Luís Maria Grignion de Montfort).

Singela homenagem eu deixo aqui registrada à minha sempre Mãe querida, minha Doce Mãezinha, que tanto me socorre aos meus momentos difíceis de mortificação contra as intempéries do pecado. Que assim sempre seja! Amém!
14/10/2017.